domingo, 23 de agosto de 2009
Manifestação dia 27/08
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Evana Marmo
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terça-feira, 30 de dezembro de 2008
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Horta urbana é o sustento das famílias

Livre de agrotóxicos e adubos químicos horta beneficia moradores da Vila Dois de Julho e São Marcos
Arar, capinar, plantar e regar faz parte do dia a dia do pequeno agricultor João Carlos Sena Santos, 37 anos, que vive da sua pequena plantação de hortaliças no bairro Dois de Julho/ Trobogy.
Santos sobrevive da agricultura desde pequeno, cultura herdada de pai para filho, quando morava em Conceição do Almeida, a 160 quilômetros de Salvador. Sua família é proprietária de um pequeno lote de terra e de lá eles extraem a sua subsistência. Ele veio para a capital com sua mulher e filha com uma proposta boa de emprego, iria trabalhar como lavrador de uma fazenda, porém não deu certo. Pensando em ter seu próprio negócio, Santos invadiu um pedaço de terra que pertence a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), mas com o passar do tempo à companhia consentiu sua permanência no local desde que não construa nada e não plante árvores. Essa solicitação foi feita pelos fiscais por se tratar de uma área que tem torres que passam fios de alta tensão.
Santos está satisfeito com sua atividade, se dedica á agricultura com toda devoção, não utiliza nenhum tipo de agrotóxico ou hormônio para acelerar o desenvolvimento das plantas. Ele fertiliza o solo com esterco, e como fungicida emprega a urina da vaca. “Eu prefiro perder toda a minha plantação a utilizar qualquer tipo de veneno”, declara.
Toda a manhã João sai para labuta de bicicleta do bairro Nova Brasília para o final de linha do Trobogy para irrigar sua horta. No mesmo terreno ele construiu uma banca onde vende coentro, cebolinha, hortelã a R$0,50, dois pés de alface a R$1,00 e 30 quiabos a R$1,00. A procura é grande, e quando a safra está em baixa ele vai à feira e compra para revender, pois não pode deixar de suprir as comunidades.
O mesmo não ocorre com Nelson Bento de Souza, ele planta e colhe diariamente, possui uma horta numa área estimada de 1300 metros quadrados localizado na Avenida São Raphael no bairro de São Marcos. Souza também é adepto da plantação orgânica, utiliza esterco de galinha para adubar sua terra, mas a única coisa que o incomoda são as formigas e com isso usa formicidas para não acabar com a plantação.
Nelson tem esta horta desde 1997, quando plantou a primeira leira, “eu me lembro como fosse hoje, foi numa terça-feira de carnaval de 1997 quando cheguei aqui, invadi o terreno sem saber de quem era, e aqui ainda estou” fala.
Morador de Cajazeiras 4, acorda todos os dias as 4h30 para pegar o primeiro ônibus em direção a São Marcos. Para ele não tem domingo nem feriado, estou aqui todos os dias até às 19h, afirma Nelson.
Logo cedo faz a primeira irrigação, seguida de mais duas ao longo dia, no terreno onde planta divide os espaços com outros cultivadores. Tem três funcionários que ajudam no plantio, na colheita e também na venda.
Souza não se distingue de João em alguns aspectos, por exemplo, na experiência em plantar. Nelson adquiriu conhecimento desde criança na cidade onde sua família mora em Simão Dias/Sergipe, que fica á 311 quilômetros de Salvador. E também na preocupação com o solo e com a saúde de quem compra, pois não usa nem um tipo produtos químicos que prejudique a comunidade onde vende. ”A senhora vem comprar um pé de couve, come, passa mal, diz que comprou na horta vizinha e ai a culpa é de quem?” afirma com preocupação.
Na mesma horta José Domingos Trindade, 57 anos, tem também um pedaço de terra, onde já plantou algumas hortaliças e está preparando outras leiras para o cultivo.
Nascido em Paripiranga na Bahia destina seu tempo somente ao cultivo de sua horta, onde pretende se aposentar, mas afirma que não irá parar de beneficiar as comunidades que já conhecem o seu trabalho.
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Evana Marmo
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quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Sobe e desce nas ladeiras sem gastar nenhum centavo

Passar uma tarde de sábado no Pelourinho é viajar no tempo, sons e imagens. Isso sem contar que não precisa gastar nenhum centavo. No sobe e desce das ladeiras a primeira parada é na Galeria Solar Ferrão, espaço público que pertence ao governo do estado e que divulga eventos e exposições. Na galeria, a exposição do fotográfo espanhol Chema Madoz chama a atenção para 30 fotos onde mostra elementos do cotidiano de uma forma poética. Isso permite ao visitante a interpretar cada foto do seu jeito. O espaço é gratuito para qualquer artista que tiver interessado em exibir o material, apenas precisa ser agendado, conforme orientação de um dos organizadores do local, Lucas Batatinha.
Próxima parada é o Museu Tempostal, onde mostra Salvador e a arquitetura religiosa da Bahia, desde 1920 até hoje. Os fotógrados muitas vezes são desconhecidos e as datas não catalogadas, pois como afirma a guia do local naquela época não se tinha o costume de anotar esses detalhes.
Já no Terreiro de Jesus é possível encontrar os meninos ensaiando com seus instrumentos de percussão, que atrai muitos turistas e moradores. Se quiser dá um "grau" no visual é so procurar nas travessas e praças, as mulheres trançadeiras. A única obrigação é sentar e ficar esperando pelo menos cinco horas para ver o resultado. Também não pode deixar de ver os meninos do Olodum onde leva ao público cores e sons contagiantes.
Se a noite quer diversão a mesma pode ser encontrada no Largo Pedro Archanjo. O baile Vermelho e Branco que começa as 19h e vai até o início da madrugada conta com orquestras, dança do fogo e cantores locais e só entra que tiver a caráter, ou seja, de vermelho ou branco. O passeio é repleto de surpresas e personagens e essa diversão custa pouco, ou melhor dizendo não custa nada. Só se for pra cervejinha com a carne do sol debaixo do sombreiro.
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Evana Marmo
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quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Moradores de Itapuã conscientizam a população sobre a dengue

Devido ao alto índice de notícias relacionadas a dengue, moradores do bairro de Itapuã estão promovendo mutirões para combater a dengue. Já que a única saída para evitar o surto é a conscientização, os próprios habitantes se reunem todo final de semana e percorrem as ruas com folhetos ou até mesmo no boca-boca para informar e alertar sobre o perigo do mosquito. Pois é preciso que os focos sejam eliminados, já que 90% deles são encontrados nos quintais de residências. E a prevenção deve ser diária, já que cada ovo do mosquito pode viver até por 01 ano.
Embora a atuação de agentes de saúde, mediante visitas domiciliares e monitoramento de terrenos baldios e casas abandonadas, seja considerada a melhor maneira de controlar o mosquito, a melhor maneira é a mobilização social e a participação comunitária no combate à dengue.
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Evana Marmo
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sábado, 22 de setembro de 2007
Dia Mundial do sem Carro
Hoje, dia 22 de Setembro é o Dia Mundial do sem Carro, movimento criado na França em 1998 que nos ajuda a tomar atitudes, mesmo que seja uma vez por ano, a mudar nosso hábito diário e tentar reduzir a emissão de gases nocivos na atmosfera, responsáveis pelo aquecimento global.
Abaixo segue algumas cidades do mundo que aderiram ao movimento:
Santander, na Espanha
Jacarta, na Indonésia

Ciciclistas comemoram no Rio de Janeiro

E o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab dá o exemplo:

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quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Ministério da Saúde autoriza operação de mudança de sexo
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Evana Marmo
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